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Eleições Caco 2015

O Coletivo Direito de Resistência vem agradecer a todx alunx que participou e legitimou esta eleição que passamos....

1ª Semana da Resistência

O Direito de Resistência e a Criminalização dos Movimentos Sociais

Liberdade para todos os presos políticos. Lutar não é crime

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24 de novembro de 2015

NOTA DO COLETIVO DIREITO DE RESISTÊNCIA SOBRE O NOVO REGIMENTO DA FND-UFRJ


NOTA SOBRE A SOBRE A PROPOSTA DO NOVO REGIMENTO DA FND-UFRJ

:: PRAZO SIM, PRESSA NÃO. 
Como esse projeto se relaciona diretamente com nossa vida acadêmica e com o futuro da FND, temos que participar ativamente do processo de discussão e deliberação do novo regimento. Infelizmente, foi encaminhada a proposta a poucas semanas e a proposta é que a votação ocorra dia 7 de dezembro.
Essa pressa para deliberar não é adequada para um projeto que irá transformar a estrutura da Nacional por tanto tempo. É necessário que toda a comunidade acadêmica discuta sobre o fim dos departamentos, sobre a paridade, sobre as competências de cada órgão. Não podemos aprovar um projeto que não tenha sido fruto de um processo democrático, com extenso debate de ideias.
Se é verdade que o debate sobre o regimento tem alguns anos, também é fato que ele se manteve nos espaços cujo estudante tem dificuldade de participar. É preciso que cada um de nós opine sobre o que queremos da faculdade e entendamos o processo que iremos passar.





:: AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA, CONGREGAÇÃO PARITÁRIA. 
Para o movimento estudantil, um dos debates centrais é a distribuição de poderes na universidade. A universidade não é composta apenas pelos professores, mas sim fruto da relação entre os docentes, estudantes e servidores que colaboram para a produção de conhecimento e na defesa da universidade. Na votação do novo regimento, nós temos a oportunidade de discutir sobre o modelo de gestão democrática que queremos para nossa unidade. Por que os professores devem ter mais peso nos órgão deliberativos? Não teríamos nós e os técnicos capacidade para decidir sobre nossa faculdade?

A Constituição Federal estabeleceu o princípio da Autonomia Universitária, (art. 207), devendo obedecer, entre outros princípios a gestão democrática (art. 206, VI). Entretanto, em contradição com os princípios constitucionais, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/96) determinou que os docentes devem ocupar 70% das cadeiras dos órgãos colegiados deliberativos.

A histórica concentração do poder no segmento docente leva à também histórica reivindicação estudantil pelo governo tripartite ou pela paridade ou sufrágio universal, já que o segmento que possui o maior número de pessoas é o que tem menor poder de decisão.

Precisamos aplicar o entendimento completo de autonomia e democracia e isso significa a paridade nos órgãos colegiados, onde cada segmento tenha 1/3 dos votos. Além disso, devemos intensificar a democracia através da eleição direta, pelos seus pares, dos membros dos órgãos colegiados. Não cabe a congregação a indicação dos membros, mas pelas categorias que serão representadas.




:: NA NACIONAL NÃO TEM LUGAR PRA OPRESSÃO
Sabemos que vivemos em uma sociedade na qual diferenças entre os indivíduos significam desigualdades profundas. Mulheres, Negros, LGBT’s figuram entre setores que sofrem cotidianamente com a desigualdade de tratamento e de acesso aos bens sociais. 
Pois bem, a opressão se manifesta tanto estruturalmente, mas também nas relações entre as pessoas. Não é raro manifestações discriminatórias de conteúdo machista, homofóbico e racista. A formação crítica e humanística deve refletir as necessidades de nosso tempo e, para avançarmos na luta contra a desigualdade, precisamos repudiar todas as manifestações discriminatórias em nossa faculdade.

É inadmissível que um negro, um LGBT ou uma mulher sofra com uma piada opressora, seja impedido de acessar qualquer serviço ou benefício da faculdade, ainda mais quando o agente é parte do corpo de nossa faculdade. Hoje, não temos nenhum organismo permanente na instituição que tenha a competência de apurar casos de discriminação, como consequência disso, temos mais sujeitos que sofrem cotidianamente com sujeitos opressores.

A Nacional deve se comprometer com o combate a discriminação e no compromisso social de combate às desigualdades, em defesa dos direitos humanos. Por isso, propomos:

A inclusão no art. 1, dos incisos: V – defender o Estado democrático de Direito, a soberania nacional, a democracia, a diversidade de pensamento e os direitos humanos. VI: Promover o combate a qualquer forma de discriminação tais como de origem, raça, gênero, orientação sexual e idade, resguardando a dignidade das minorias e almejando a superação das desigualdades sociais.
A inclusão no art. 44, do inciso : II – Apurar ocorrências de violações de direitos humanos e atitudes discriminatórias tais como de origem, raça, gênero, orientação sexual e idade.




:: INVESTIMENTO PRIVADO COMPRA O QUE? 
A proposta de regimento apresentado pelo diretor prevê a possibilidade do investimento privado nacional e internacional na FND, seja com convênios, remuneração de serviços, contratos ou acordo. 
Pois bem, a princípio qualquer incremento orçamentários parece bom, ainda mais em um momento que o governo federal cortou 10 bilhões da educação pública. Entretanto, devemos pensar: O que faz uma instituição privada nacional ou internacional querer investir na faculdade?

Para evitar confusão, o investimento privado não é igual a pagamento de mensalidade. Uma coisa é a gratuidade da graduação e pós graduação, outra coisa é uma empresa injetar dinheiro em grupos de pesquisa, realizar acordos com a faculdade etc.

É o que se chama de privatização do financiamento universitário, que se dá principalmente nos grupos de pesquisa. Esta relação mais acentuada entre pesquisadores universitários e empresas permite que entrem mais recursos nas universidades, mas, ao mesmo tempo, altera as funções tradicionais das universidades públicas e tem efeitos socialmente perversos

Em primeiro lugar, implica que os conhecimentos e as descobertas feitas no setor público podem passar a ser controlados por capital privado. Uma segunda repercussão do financiamento privado da pesquisa é que o mundo dos negócios determina as prioridades e a agenda da pesquisa universitária. Em terceiro lugar, os resultados da pesquisa podem ser alterados para favorecer (ou para não prejudicar) os interesses da entidade financeira. Finalmente, uma última repercussão é a perda de qualidade e excelência acadêmica no âmbito da pesquisa.

As consequências desse investimento são a contramão da função social da Universidade. A produção de conhecimento não esta a venda, não queremos desigualdades entre os que produzem para empresas e os que dependem apenas do investimento público. A responsabilidade de financiar a Universidade é da União e devemos cobrar mais investimentos, não privatizar nosso conhecimento.



:: TERCEIRIZADA NÃO É INVISÍVEL 
Esse ano foi marcado pela luta das trabalhadoras terceirizadas. Se antes insistiam na invisibilizadão desta categoria, hoje elas mostraram que são sujeitos político com importância no funcionamento da Universidade. 
Sabemos que nossa luta é para reverter o processo de terceirização, lutando pelo retorno dos concursos para os cargos extintos e pelo vínculo efetivo destas trabalhadoras. Queremos travar essa luta, mas hoje precisamos garantir o básico que é o respeitos aos direitos trabalhistas.

Hoje, as terceirizadas da FND trabalham de forma invisibilizada, ocupando uma área minúscula, sem circulação de ar, sem a garantia de bem-estar necessário para sua qualidade de vida. É necessário que a FND seja responsável pela qualidade de vida de todos que colaboram para seu funcionamento, principalmente, dos setores mais vulneráveis. É preciso que a administração local tenha um vínculo com a PR6 na fiscalização direta dos contratos, avaliando se os direitos trabalhistas estão sendo responsável, estabelecendo um canal de diálogo com as trabalhadoras.

Por isso, propomos:
A inclusão no art. 4ºdo Parágrafo único: A Faculdade Nacional de Direito compromete-se com a defesa dos direitos, garantias e bem estar dos demais trabalhadores que colaboram para a execução do funcionamento e atividades da instituição.

18 de maio de 2015

#OcupaUFRJ: Por que Ocupamos a Reitoria?


REITORIA OCUPADA
Por que Ocupamos a Reitoria?

Esse semestre começou com uma triste realidade na UFRJ.

Trabalhadoras e trabalhadores terceirizadas(os) negras(os) com salários atrasados, estudantes caloures cotistas negres sem perspectiva de BAP (Bolsa Auxílio Permanência), moradores do Alojamento em grande instabilidade e insegurança, edital da BAUX (Bolsa Auxílio) que não sai nunca, corte na educação, ajuste fiscal da Dilma/Levy, PL das terceirizações, ataque aos direitos previdenciários e seguro desemprego (MP's 664 e 665), redução da maioridade penal...

A situação atual da UFRJ é essa:

-Trabalhadoras(es) terceirizadas(os) sem benefícios e com salários atrasados
- Edital de Bolsa Auxílio de 2015.1 prorrogado pra 2015.2
-Caloures sendo cortades da relação daqueles aptos a receber a BAP
-Alojamento caindo aos pedaços e seus ocupantes sem garantia de transferência para a parte que termina de ser renovada

Nesses condições ocupar a Reitoria torna-se uma obrigação do movimento estudantil, além do mais quando o Reitor Carlos Levi recusa-se a negociar com as/os estudantes e terceirizadas para atender suas demandas.

Para tal, foi tirada uma comissão entre aqueles que Ocupam a Reitoria agora para negociar que amanhã (15/05/15) seja realizada uma reunião extraordinária entre estudantes, técnicos, decanos, diretores de unidade e a Reitoria para que essas questões possam ser apreciadas.

Não podemos voltar às aulas com essa situação. Muitas unidades da UFRJ estão paradas devido ao não-pagamento dos salários das terceirizadas e vamos exigir que as atividades acadêmicas só se normalizem quando essas trabalhadoras estejam com sua situação regularizada. Além disso, a readmissão de Teresinha, uma das líderes do movimento dos terceirizados é fundamental para o processo democrático e político da UFRJ, no qual a Universidade não pode perseguir quem luta por seus direitos!

Não podemos fugir da luta jamais!
Por isso todxs ao prédio da Reitoria no Fundão!
Pra animar a ocupação vai rolar um sarau auto-organizado hoje à noite!
Quem puder ir amanhã de manhã também será muito bem-vindx!

NOSSAS PAUTAS:

- Pagamento imediato dos terceirizados e garantir a não demissão por perseguição política

-Readmissão de Teresinha, Já!

- Contra o PL 4330 (PL das Terceirizações), MP's 664 e 665 e Ajuste Fiscal

- Abertura imediata do edital da bolsa auxílio do primeiro
semestre e calendário pra abertura do segundo.

-Aumento do número de bolsas e auxílio emergencial

-Entrega de um censo atualizado dxs alunxs moradores do Alojamento

- Garantir a transferência dos estudantes moradores da Moradia Estudantil da UFRJ e contra todo abuso institucional.

-Relatório de Gestão da SUPEREST (Superintendência de Assistência Estudantil)

-Relatório com Movimentação Financeira da SUPEREST.

Coletivo Direito de Resistência.
DIREITO UFRJ
FND-UFRJ


13 de maio de 2015

Inscrições: Doutorado em Direito na FND-UFRJ



A Coordenação do PPGD da Faculdade Nacional de Direito -UFRJ tem o prazer de tornar público o edital de seleção para a sua primeira turma de Doutorado, com o início das aulas previsto para o segundo semestre letivo de 2015.

As inscrições poderão ser feitas de 8 a 19 de junho de 2015 e a seleção ocorrerá entre os dias 25/06 e 14/07/2015.

Veja aqui o EDITAL do processo seletivo: http://www.direito.ufrj.br/ppgd/images/Edital_Doutorado_PPGD_2015.pdf

23 de janeiro de 2015

Myrthes Gomes de Campos. A primeira advogada do Brasil.


Myrthes Gomes de Campos. A primeira advogada do Brasil.

Os primeiros cursos jurídicos brasileiros datam de 1827, porém, para que a primeira mulher exercesse a advocacia foi preciso percorrer um longo caminho.

"Myrthes nasceu em Macaé, Norte-Fluminense, em 1875 e, desde cedo, mostrou gosto pelo aprendizado das leis. Na época, porém, era impensável que uma mulher construísse uma possibilidade de existência fora do casamento. Sua família ficou escandalizada quando a jovem expressou o desejo de ir para a Capital, ingressar na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro (hoje Faculdade Nacional de Direito da UFRJ) e seguir a carreira de advogada. Concluiu o bacharelado em Direito em 1898, mas, devido as fortes discriminações, apenas em 1906 conseguiu ingressar no quadro de sócios efetivos do Instituto dos Advogados do Brasil, condição necessária para o exercício profissional da advocacia.

No ano de 1899, "Myrthes teve uma chance de atuação como defensora no Tribunal do Júri. Era a primeira vez que uma mulher entraria em um Tribunal de Justiça exercendo a profissão de advogada. O fato, totalmente inusitado para a época, foi amplamente noticiado nos jornais. Durante o julgamento, com a plateia lotada para assistir a atuação da primeira advogada brasileira, Myrthes surpreendeu o juiz, os jurados e até o réu com o seu profundo conhecimento do Código Penal e, sobretudo, pelo seu poder de argumentação. Ela venceu o promotor até então considerado imbatível e conseguiu a absolvição do réu."

Leia Mais:
TJRJ: http://goo.gl/Gg1lFX
TJRJ: http://goo.gl/LwaEEj
OAB/SP: http://goo.gl/vPbxsY

3 de janeiro de 2015

É hora de voltar às ruas!



Foto: É hora de voltar às ruas!

A partir da meia-noite desse sábado (3), a população do Rio de Janeiro pagará 13,3% a mais pelo Bilhete Único Municipal, o que elevará o preço das passagens dos ônibus municipais de R$ 3 para R$ 3,40. Esse é o maior aumento das passagens de ônibus da capital fluminense autorizado pela PREFEITURA nos últimos anos e o maior da década.

As passagens dos ônibus e vans intermunicipais também terão reajuste do Bilhete Único— de 12,46% — saindo de R$ 2,80 para R$ 3,15, a partir de 10 de janeiro. A tarifa em dinheiro nas barcas, que hoje é de R$ 4,80, subirá para R$ 5 e os trens de R$ 3,20 vão para R$ 3,30.

Seguindo a necessária mobilização contra esse aumento e esse modelo excludente de cidade, diversos movimentos sociais estão se organizando contra o aumento das passagens.

Segue os eventos:

► Segunda-feira, às 18h, no IFCS - IV Encontro Contra o Aumento das Passagens: https://www.facebook.com/events/1525928667692647/

► Terça-feira, às 18h, no IFCS - Plenária Unificada pela Libertação dos Presos Políticos e Contra o Aumento das Passagens: https://www.facebook.com/events/1525928667692647/

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Gente que acordou com vontade de barrar o aumento.
  É HORA DE VOLTAR ÀS RUAS!

A partir da meia-noite desse sábado (3), a população do Rio de Janeiro pagará 13,3% a mais pelo Bilhete Único Municipal, o que elevará o preço das passagens dos ônibus municipais de R$ 3 para R$ 3,40. Esse é o maior aumento das passagens de ônibus da capital fluminense autorizado pela PREFEITURA nos últimos anos e o maior da década.

As passagens dos ônibus e vans intermunicipais também terão reajuste do Bilhete Único— de 12,46% — saindo de R$ 2,80 para R$ 3,15, a partir de 10 de janeiro. A tarifa em dinheiro nas barcas, que hoje é de R$ 4,80, subirá para R$ 5 e os trens de R$ 3,20 vão para R$ 3,30.

Seguindo a necessária mobilização contra esse aumento e esse modelo excludente de cidade, diversos movimentos sociais estão se organizando contra o aumento das passagens.

Segue os eventos:

► Segunda-feira, às 18h, no IFCS - IV Encontro Contra o Aumento das Passagens: https://www.facebook.com/events/1525928667692647/

► Terça-feira, às 18h, no IFCS - Plenária Unificada pela Libertação dos Presos Políticos e Contra o Aumento das Passagens: https://www.facebook.com/events/1525928667692647/

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9 de novembro de 2014

Nota: eleições do CACO - DIREITO/UFRJ 2015

O Coletivo Direito de Resistência vem agradecer a todx alunx que participou e legitimou esta eleição que passamos. Acreditamos que só o fato de construirmos um processo político já é engrandecedor para uma faculdade de envergadura histórica como a nossa querida e gloriosa Faculdade Nacional de Direito.

Reconhecemos, ainda, a legitimidade de seu resultado, por mais que esse processo eleitoral tenha sido iniciado de forma obscura e a toque de caixa.

Acreditamos, que mudar as regras pré-estabelecidas agora seria ir de encontro à vontade coletiva de nosso corpo discente. No entanto, todos os questionamentos levantados são igualmente legítimos, o que nos demonstra, explicitamente, a necessidade de um real debate construtivo com todos os nossos alunos para a reforma estatutária de nosso Centro Acadêmico, há tanto tempo procrastinada sob o interesse da atual gestão.

Apesar da obscuridade do início do processo eleitoral, já citada acima, apesar do debate político muitas vezes ter sido rebaixado e despolitizado, conseguimos realizar uma campanha limpa, onde discutimos um projeto alternativo de Universidade, para que esta seja realmente PÚBLICA, GRATUITA, DE QUALIDADE, SOCIALMENTE REFERENCIADA E DE LIVRE ACESSO a todxs. Um projeto construido democraticamente pela base dos estudantes e que represente sua vontade política, cumprindo sua função social.

Essas eleições terminaram com mais de 1200 votos, com a reeleição da atual gestão, mais uma vez. Porém, agora com uma mínima e simbólica diferença de 8 votos. Se expressa, a olhos vistos, o definhamento de um Movimento Estudantil aparelhado, cooptado e de gabinetes, tocado pelas forças políticas de nosso Governo Federal. Apesar das eleições terem sido feitas às pressas, e nós termos tido muitas dificuldades com a campanha, tivemos uma vitória política.

Estamos construindo um contraponto a uma postura submissa e passiva, o que se reflete na apertada diferença entre as porcentagens de voto. Encaramos tal cenário como um quadro de responsabilidade depositado ao nosso Coletivo. Não cansaremos e não retrocederemos em nossa luta! A cada sugestão, elogio ou crítica, lapidamos aquilo que encaramos como a força motriz para as reais mudanças que queremos ver em nossa Faculdade, Universidade e Sociedade.

Damos ainda nossos primeiros passos, porém a atual gestão temeu essa energia questionadora, combativa e transformadora. Nossa confiança foi renovada por cada estudante que acreditou em nós e em nosso projeto. Não foi em vão! Nossa felicidade se transbordou em lágrimas e gritos. Não temos dúvida que vencemos essa eleição. Vencemos no debate político, na concepção de Centro Acadêmico, de Movimento Estudantil e de Universidade.

Agradecemos a todxs que aceitaram o convite à ousadia, que votaram com consciência em nosso projeto. Hoje construiremos juntos a oposição mais forte e combativa dessa faculdade. Lembramos que ser gestão do CACO nunca foi o objetivo final do DR, mas uma consequência do nosso trabalho de debate e disputa da consciência política do aluno da FND. Não é só em eleição que se debate, por isso convidamos a todxs a construir um projeto diferente, que venha ser parte desse coletivo horizontal que é o Direito de Resistência.


Se o presente é de luta, o futuro nos pertence!

RESISTIR E AVANÇAR!

- COLETIVO DIREITO DE RESISTÊNCIA -


Resultados da eleição do Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (CACO) para a gestão 2015:


Chapa 1 - Movimento Pelo Direito, Sempre!: 447 votos
Chapa 2 - Coletivo Direito de Resistência: 439 votos
Chapa 5 - Movimento Pra Fazer Direito: 303 votos
Nulos/brancos: 9 votos